A polícia francesa de combate ao tráfico de drogas descobriu acidentalmente uma "obra de Picasso" numa toca de drogas, avaliada como autêntica, com valor superior a mil milhões de euros

A polícia francesa, durante uma busca numa base de drogas nos arredores de Paris, descobriu por acaso uma obra autêntica de Picasso, avaliada em cerca de 12 a 15 milhões de euros, atualmente quatro pessoas relacionadas já estão a ser interrogadas imediatamente, enquanto as investigações sobre roubo e tráfico de objetos roubados continuam.
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Drogas, roupas de marca, dinheiro em espécie, além de uma obra de Picasso avaliada em potencial entre 12 a 15 milhões de euros. A polícia francesa, numa inspeção rotineira de drogas na periferia de Paris, descobriu por acaso um caso artístico suspeito.

Mais cedo nesta semana, a equipe de investigação de drogas da França realizou uma busca na pequena cidade de Champigny-sur-Marne, no leste de Paris. O alvo era uma residência comum, inicialmente focada em drogas e ativos ilegais, mas além de haxixe, várias roupas de marca e milhares de euros em dinheiro, os investigadores encontraram uma pintura que se assemelhava bastante a uma obra famosa de Picasso.

O jornal francês Le Parisien foi o primeiro a divulgar o caso, e o escritório do promotor confirmou imediatamente que a obra foi oficialmente avaliada e confirmada como uma peça autêntica do artista espanhol Picasso. No entanto, o Ministério Público ainda não divulgou o nome específico da obra.

De acordo com informações adicionais, a peça suspeita é provavelmente a famosa obra "Retrato de Maria Theresa Walter", avaliada no mercado entre 12 a 15 milhões de euros, o que equivale a aproximadamente 1,2 a 1,5 bilhões de ienes taiwaneses.

Quatro pessoas já estão a ser julgadas imediatamente, enquanto as investigações sobre roubo e tráfico de objetos roubados continuam.

O escritório do promotor de Créteil afirmou que a acusação iniciou uma investigação formal, concentrando-se em roubo e tráfico de objetos roubados. Em 19 de junho, quatro indivíduos relacionados ao caso já foram ouvidos em tribunal, e o andamento do processo é rápido.

Até o momento, as autoridades francesas não divulgaram detalhes completos sobre a origem da obra, incluindo: quem foi o último proprietário registrado, quando e onde desapareceu, e como entrou na base de drogas, todas essas questões estão sob investigação.

Como uma obra de arte avaliada em milhões de euros pode estar numa base de drogas?

O roubo de obras de arte e sua entrada no mercado clandestino não é novidade, mas casos de obras de arte presentes em operações de drogas ainda são raros. Peças de alto valor às vezes são usadas no crime como "ferramentas de lavagem de dinheiro transfronteiriça" ou "garantias de ativos intangíveis", devido ao seu tamanho físico pequeno, circulação difícil de rastrear e alta flexibilidade de avaliação no mercado internacional, oferecendo vantagens que o dinheiro de drogas não consegue replicar.

Atualmente, as autoridades francesas ainda não divulgaram detalhes sobre o percurso de circulação da obra, nem confirmaram se o proprietário sabe da verdadeira identidade e valor da peça. A investigação sobre uma possível rede maior de contrabando de obras de arte ainda é uma incógnita.

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