Hoje fiz uma revisão de uma transferência entre cadeias, quanto mais olho, mais parece uma caixa de surpresas: você acha que confia na cadeia A e na cadeia B, na verdade ainda precisa confiar naquele intermediário que faz a ponte, não finja que é bobo. O tipo de IBC é bom porque o caminho da mensagem é relativamente padrão: o cliente precisa acompanhar, a prova precisa passar, o consenso da cadeia oposta pode dar problema, além disso, o relayer é responsável por transportar, mas não deveria poder alterar as palavras... parece bem bonito, de qualquer forma, eu não uso alavancagem com tantas camadas assim. Depois percebi que o que mais facilmente passa despercebido é justamente a configuração e a atualização, mudar os parâmetros do cliente, uma decisão de governança de última hora, e a ponte imediatamente vira uma “zona de perigo” ao invés de um “canal”. Recentemente, ao discutir os retornos de staking/compartilhamento de segurança que acumulam, também me identifiquei com a crítica: quanto mais camadas, a confiança fica mais parecida com empilhar Jenga, se ela vai cair ou não, tudo depende de qual peça solta primeiro. Enfim, agora, antes de fazer uma transferência entre cadeias, primeiro verifico minha linha de liquidação, depois vejo quem está respaldando aquela mensagem, quanto menos saltos, melhor.

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