Ainda me lembro quando o Bitcoin era praticamente a única criptomoeda que importava. Em 2013, havia apenas sete moedas listadas, depois em poucos meses o número explodiu. Sempre achei fascinante ver como o número de criptomoedas passou de menos de 10 para mais de 500 até 2014. Um crescimento louco.



Olhando para trás, 2015-2016 foi o momento em que as coisas começaram a ficar sérias. Ethereum surgiu do nada e em quatro meses multiplicou seu valor por 1000%. Em 2016, já havia 663 criptomoedas diferentes em circulação. Bitcoin tinha triplicado de valor em relação ao ano anterior, chegando quase a 900 dólares. Litecoin, XRP, Dogecoin - alguns projetos decolaram, outros desapareceram do radar.

Entre 2017-2018, o cenário era completamente diferente. Quantas criptomoedas existem hoje? Em 2018, já passávamos de 2000. A blockchain estava encontrando usos cada vez mais variados e o mercado não parava de crescer. Ethereum tinha ultrapassado 7 bilhões de capitalização, XRP tinha disparado para quase 2 bilhões. Ficou claro que o fenômeno cripto não era uma bolha passageira.

Agora, pensando bem, quantas criptomoedas existem atualmente é uma pergunta que poucos fazem mais. O número total tornou-se quase irrelevante em relação à qualidade e utilidade dos projetos. Mas é interessante lembrar como passamos de sete moedas para milhares em menos de uma década. A Ásia liderou a adoção com mais de 4 vezes mais usuários do que qualquer outro continente, e nos Estados Unidos cerca de 8% da população já trocava cripto. Uma transformação massiva do panorama financeiro global.
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