Nestes últimos dias, voltei a ver capturas de ecrãs de pisos de NFTs a serem comprados e vendidos de forma repetida, parecendo escorregar na superfície de uma cabana de inverno congelada... Em suma, quando a liquidez é fraca, as pessoas falam de narrativas, mas na prática ainda olham primeiro para “se consegue vender”. Quanto às taxas de royalties, também é assim: quando o mercado está em alta, todos parecem apoiar os criadores, mas quando arrefece, começam a reclamar que “atrapalha as transações”, surgem várias formas de contornar as taxas, afinal, a natureza humana é assim.



Mais subtil ainda é a narrativa dentro da comunidade: quando está quente, uma frase como “somos uma família” consegue sustentar um pouco o piso, mas quando arrefece, a mesma frase soa um pouco constrangedora. Recentemente, a principal blockchain não quer fazer atualizações/manutenção, e há rumores no grupo sobre se o projeto vai migrar ou não; eu acho que a migração ou não não é o ponto principal, o mais importante é que, mesmo que migrem, alguém tem que assumir o projeto, por mais bem contada que seja a história, sem liquidez é como uma casa sem lenha. Por agora, é melhor parar de olhar tanto para o mercado, ler mais livros, e só aparecer quando a situação estiver mais quente.
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