Recentemente, a performance da libra esterlina tem sido bastante interessante, atingindo um máximo de 1.3562 no início do ano, um aumento realmente significativo. Olhando para trás, nos últimos dois meses, a libra frente ao dólar subiu 4,12%, muito acima dos 2,22% do euro, essa diferença é bastante evidente.



As razões por trás disso são basicamente as mesmas: após o anúncio do orçamento do Reino Unido, a confiança do mercado se recuperou, a decisão de corte de juros do banco central em dezembro também apoiou essa alta, além do enfraquecimento do dólar. Agora, o mercado espera que o Federal Reserve corte duas vezes até 2026, enquanto o Banco da Inglaterra só cortará uma, essa diferença de rendimento dá à libra uma vantagem relativa.

No entanto, as opiniões das instituições sobre a tendência da taxa de câmbio da libra divergem bastante. O JPMorgan acredita que ela vai subir primeiro e depois cair, prevendo que ao final do ano volte para 1.36; o Bank of America é mais otimista, dizendo que, após a redução dos riscos fiscais, a libra continuará a subir, com um alvo de 1.45; mas o Citibank é pessimista, achando que a incerteza política e o afrouxamento do banco central vão puxar para baixo, prevendo uma queda até 1.22. Essas divergências entre as três realmente são bastante grandes, mostrando que o mercado ainda tem muitas opiniões diferentes sobre o futuro da libra.
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