Recentemente, ao observar o mercado secundário, vi os royalties sendo cortados um a um, e fiquei com sentimentos mistos. Para ser sincero, todos querem negociar de forma mais “eficiente”, mas os criadores parecem estar sendo facilmente privados de sua fonte de renda: quando não há conflito, tudo bem, mas assim que há uma discussão, fica claro que eles sempre dependeram de emoções e orgulho para se sustentar. A temporada de airdrops voltou, as plataformas de tarefas estão cada vez mais rigorosas contra as “mulheres do mal”, e o sistema de pontos faz os caçadores de tokens parecerem que estão indo trabalhar com ponto fixo... Nesse clima, pedir que as pessoas paguem royalties contínuos? É um pouco difícil. Talvez seja preciso mudar a narrativa: não encare os royalties como uma “imposto moral”, mas como uma espécie de ingresso para assinaturas ou direitos, pelo menos quem compra sabe exatamente o que está adquirindo. Fragmentos sendo montados e desmontados, no final, sobra uma palavra: moderação.

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