Alguém me perguntou de onde vêm realmente os lucros do LST/re-pledge, na verdade há duas partes: uma é o rendimento real do fundo subjacente (recompensas de staking, taxas, etc.), a outra é o incentivo de “outros quererem te subsidiar” (emissão de tokens do projeto, pontos, aquele tipo de coisa que atrai TVL). A primeira é mais lenta, mas relativamente sólida, a segunda parece mais atraente, mas assim que o subsídio para ou as expectativas mudam, o rendimento desaparece como chá frio muito rápido.



O risco também não fica só na preocupação de “ser liquidado”, mas mais na sobreposição: uma camada de contrato inteligente, uma camada de re-pledge/AVS, uma camada de saída de liquidez, e por fim uma camada emocional. Recentemente, com mineração social, tokens de fãs, aquele conceito de “atenção é mineração”, sinto que a lógica de incentivo do re-pledge é bem parecida — grande parte do rendimento vem da atenção e da história posteriores, não surge do nada.

Minha abordagem continua a mesma de sempre: primeiro, uso o tempo de uma xícara de chá para confirmar, se consigo explicar claramente de onde vem o dinheiro, de onde vem a perda, aí decido se quero ou não estender a mão. É assim por enquanto.
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