De acordo com Han Kyung, a partir de 1º de julho, 111 empresas listadas no KOSDAQ entraram na zona de risco iminente de cancelamento de listagem sob novas e mais rigorosas regulamentações da Coreia do Sul. Uma empresa recebe designação de gestão se sua capitalização de mercado cair abaixo de 20 bilhões de won, ou se o preço das ações ficar abaixo de 1.000 won por 30 dias consecutivos de negociação; o cancelamento forçado ocorre se ela não atender aos critérios por 45 dias consecutivos dentro de um período de 90 dias de negociação.
Entre essas empresas em risco, sete apresentam resultados financeiros fortes: lucro líquido positivo por três anos consecutivos e patrimônio líquido acima da capitalização de mercado atual. Isso inclui a SBI Investment, JMI e mais cinco. Vale destacar que, na maioria dos candidatos, os principais acionistas mantêm participações acima de 40%. Analistas observam que o cancelamento obrigatório pode, de forma paradoxal, beneficiar os acionistas controladores, que conseguem evitar aquisições dispendiosas de minoritários exigidas nos cancelamentos voluntários, ganhando mais flexibilidade operacional enquanto investidores de varejo arcariam com perdas.