O indicador Bull & Bear do Bank of America chega a 9,6 em 24 de julho, o maior nível desde 2021, sinalizando que o mercado acionário está superaquecido

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O indicador Bull & Bear do Bank of America subiu para 9,6 em 24 de julho, atingindo seu maior nível desde 2021 e emitindo um sinal de “venda” pela 17ª vez desde 2002, de acordo com o estrategista Michael Hartnett e a equipe do banco. O indicador, que usa uma lógica contrária para medir o sentimento dos investidores, sinaliza condições de sobrecompra quando o otimismo do mercado atinge o pico. Historicamente, os 17 sinais anteriores foram seguidos por quedas médias do mercado global de ações de 2% a 3% em três meses, com retrações máximas variando de 15% a 20%. O banco também destacou que os riscos de juros seguem pairando sobre os mercados, com a ferramenta CME FedWatch mostrando probabilidade de 91% de pelo menos um aumento da taxa de juros do Federal Reserve antes de 2027. Além disso, as participações em caixa de investidores globais caíram para uma mínima histórica de 3,6%, enquanto seguem as preocupações crescentes com bolhas de ações de IA, apesar de entradas contínuas em ativos de risco.
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