O Ministério do Comércio da China expressou sérias preocupações com uma lei francesa recentemente aprovada que restringe a moda ultrarrápida, afirmando que a legislação mira plataformas de e-commerce transfronteiriço chinesas, incluindo Shein, Temu e AliExpress, com restrições discriminatórias.
Pequim argumenta que a lei viola os princípios de não discriminação da OMC ao adotar padrões ambientais e de sustentabilidade como pretexto para medidas de exclusão, configurando uma barreira comercial contra a China. O ministério disse que a legislação contraria os compromissos públicos da França com concorrência justa e comércio livre e que prejudicará tanto as empresas chinesas quanto os consumidores franceses.