Ouro cai para US$ 4.186, queda de 25% em relação à máxima de janeiro; compra oculta de bancos centrais vista em 244 toneladas

O ouro caiu para US$ 4.186 em 6 de julho de 2026, segundo a LiteFinance, cerca de 25% abaixo de sua máxima histórica de US$ 5.589 em 28 de janeiro, após registrar seu pior desempenho trimestral em 13 anos. A queda mascara uma divergência entre a demanda reportada e a real dos bancos centrais: as compras líquidas oficiais do 1º trimestre de 2026 totalizaram apenas 16 toneladas, mas o rastreamento da J.P. Morgan dos fluxos de balcão de Londres e dos embarques das refinarias suíças estima que as compras reais do setor oficial sejam de 244 toneladas, acima da média de 2021–2025, com as importações da China no 1º trimestre quase triplicando para 317 toneladas.

O ouro subiu 1,4% no dia 2 de julho e 2,3% na semana, depois que o payroll não agrícola dos EUA registrou 57.000 — muito abaixo das expectativas — marcando seu primeiro ganho semanal em cinco semanas. O movimento reflete traders reconsiderando se a economia pode sustentar os aumentos de juros precificados nos mercados após a nomeação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve em 30 de janeiro.

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