De acordo com a NHK, em 27 de julho, o “Conselho Nacional” apartidário do Japão não conseguiu chegar a um consenso sobre um plano específico de redução do imposto sobre o consumo de alimentos. A proposta sugeria cortar esse imposto para 1% por dois anos, a partir de abril do próximo ano, mas as divergências entre os partidos políticos seguiram sem solução.
O relatório-resumo interino apresentado pelo grupo de trabalho do conselho confirmou que, embora todas as partes concordassem com a necessidade de apoiar famílias de baixa e média renda diante da inflação, nenhuma proposta de política unificada foi alcançada. Espera-se que o conselho transfira o processo de tomada de decisão ao primeiro-ministro Hayashi Yoshimasa devido à falta de uma direção clara de política no relatório interino.