Kalshi e Polymarket estão entre os maiores ganhadores do Mundial, com volume acumulado de negociações de 5,4 bilhões

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Kalshi與Polymarket世界杯交易量

A Forbes informou em 23 de junho que, apenas 11 dias após o início da Copa do Mundo, os principais mercados de previsão já haviam acumulado dezenas de bilhões de dólares em apostas. A própria Kalshi informou que o volume de transações na Copa do Mundo já atingiu US$ 2,9 bilhões (incluindo apostas em conjunto). Fontes disseram que, desde que o Polymarket lançou seu mercado da Copa do Mundo em julho do ano passado, o volume acumulado de transações já chegou a US$ 2,5 bilhões.

Relatório da Kalshi: US$ 2,9 bilhões em transações da Copa do Mundo, superando “March Madness” e a Liga dos Campeões

Com base nos dados dos principais mercados de previsão compilados pela Forbes até quinta-feira, o maior crescimento percentual foi da Kalshi. A plataforma afirmou por conta própria que o volume de transações da Copa do Mundo já atingiu US$ 2,9 bilhões (incluindo apostas em conjunto), superando os seguintes números históricos: “March Madness” (torneio de basquete universitário) com US$ 2,51 bilhões; e a Liga dos Campeões desta temporada com US$ 685 milhões. O número de US$ 2,5 bilhões do Polymarket para as transações da Copa do Mundo vem de fontes, não de divulgação oficial do Polymarket.

Polymarket: US$ 2,5 bilhões em transações acumuladas da Copa do Mundo; plataforma de futebol descentralizada registra mais de US$ 5 bilhões

Segundo a Forbes, citando fontes, desde que o Polymarket lançou o mercado da Copa do Mundo em 2025, em julho, o volume acumulado de transações já atingiu US$ 2,5 bilhões, estando entre os maiores mercados individuais da plataforma. No mesmo período, em sua plataforma global de finanças descentralizadas, os volumes relacionados ao futebol também ultrapassaram US$ 5 bilhões. O Polymarket não emitiu declaração pública à Forbes sobre o assunto; os números foram informados por fontes anônimas.

O “gol” de US$ 9 milhões do Polymarket: apostas de US$ 4 milhões em uma nova carteira levantam suspeitas de insider trading

A Forbes destacou dois casos chamativos: na partida entre Portugal e Congo, o usuário do Polymarket “BreakTheBank” apostou quase US$ 300 mil para que Portugal não vencesse; no fim, o lucro chegou a cerca de US$ 1 milhão. Em outro caso, uma carteira criada recentemente apostou US$ 4 milhões no mesmo mercado para que a Espanha vencesse o Cabo Verde; no fim, ganhou cerca de US$ 9 milhões, levantando questionamentos do público sobre se a operação foi apenas sorte ou se houve acesso a informações não públicas.

A Forbes aponta que esse tipo de transação intensifica a preocupação com insider trading nos mercados de previsão, e que os Estados Unidos ainda têm um debate contínuo entre a CFTC e governos estaduais sobre se esses produtos se assemelham mais a instrumentos financeiros ou a apostas ilegais.

Perguntas frequentes

As transações da Copa do Mundo de US$ 2,9 bilhões da Kalshi são auto informadas ou dados de terceiros?

De acordo com a Forbes, US$ 2,9 bilhões (incluindo apostas em conjunto) são números informados pela própria plataforma da Kalshi. A Forbes afirma ter coletado dados dos principais mercados de previsão até quinta-feira, e que US$ 2,9 bilhões foram os dados da plataforma fornecidos pela Kalshi à Forbes, e não números verificados de forma independente por terceiros.

Qual é a origem das transações da Copa do Mundo de US$ 2,5 bilhões do Polymarket?

Conforme a Forbes explica, US$ 2,5 bilhões é um número revelado por “uma fonte”, e o Polymarket não confirmou oficialmente. Trata-se de informação fornecida por fonte anônima; até o horário da publicação, o Polymarket não havia feito uma declaração oficial sobre o assunto.

O “gol” de US$ 9 milhões na partida Espanha 0-0 Cabo Verde envolve insider trading?

De acordo com a Forbes, o público tem dúvidas sobre o caso, questionando se a aposta foi apenas sorte ou se houve acesso a informações não públicas; no entanto, a reportagem não apresenta registros de investigações ou medidas de fiscalização relacionadas. A Forbes ressalta que esse tipo de transação aumenta a preocupação do setor com o problema de insider trading em plataformas de previsão, e a controvérsia regulatória ainda continua.

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