De acordo com a Barron's, a Micron (MU) superou a Nvidia em seu último trimestre como a maior beneficiária dos gastos com infraestrutura de IA, com a receita quadruplicando ano após ano e a margem bruta atingindo 85%, um recorde histórico. A empresa espera que as restrições de oferta de memória persistam por pelo menos mais 18 meses.
No entanto, a intensificação da concorrência apresenta riscos. A OpenAI anunciou esta semana uma parceria com a Broadcom para desenvolver seu próprio chip de IA, enquanto a Qualcomm fechou acordos de fornecimento de chips de IA com a Microsoft e a Meta. A Micron tomou medidas para garantir relacionamentos com clientes por meio de acordos de fornecimento de longo prazo com faixas de preço fixas, embora as gigantes de tecnologia, que enfrentam pressão dos acionistas para controlar os gastos de capital em IA, possam buscar reduzir os custos de aquisição de memória.