A SoFi Technologies anunciou que começará a emitir seu stablecoin, SoFiUSD, na blockchain Solana, citando a eficiência de custos da rede, a velocidade de liquidação e suas capacidades de throughput. Ben Reynolds, chefe de big business banking da SoFi, disse na terça-feira: “Achamos que esta é a cadeia certa para pagamentos, em parte por causa do custo, em parte pela velocidade de liquidação e, por fim, pelo throughput”.
Contexto e implantação do SoFiUSD
A SoFi lançou o SoFiUSD em dezembro de 2025 como um stablecoin totalmente lastreado em dólar norte-americano, emitido pelo SoFi Bank, um banco nacionalmente autorizado. O stablecoin foi inicialmente implantado na Ethereum, com planos de expandir para outras redes ao longo do tempo. A implantação na Solana representa a primeira expansão além da Ethereum.
A SoFi posicionou o SoFiUSD para servir como infraestrutura de stablecoin para bancos, fintechs e plataformas corporativas. No mês passado, a SoFi estendeu sua parceria com a Mastercard para permitir que o SoFiUSD funcione como moeda de liquidação na rede global de pagamentos da Mastercard.
Contexto mais amplo do mercado de stablecoins
A movimentação da SoFi se alinha a uma tendência mais ampla entre instituições financeiras entrando no espaço de stablecoins. A PayPal já lançou um stablecoin, e o Bank of America indicou que pode seguir. Nesta semana, a Western Union também lançou seu stablecoin na Solana para servir como um ativo de liquidação 24/7 em sua rede global de pagamentos.
A Tether, emissora do USDT, e a Circle, que emite o USDC, atualmente dominam o mercado global de stablecoins. O mercado de stablecoins é avaliado em aproximadamente US$ 300 bilhões. Após a aprovação da legislação de stablecoins nos EUA no ano passado, analistas esperam que o mercado se expanda dos níveis atuais para trilhões dentro da década, à medida que grandes empresas de Wall Street adotem ou emitam seus próprios tokens.
Expansão cripto da SoFi
O lançamento do stablecoin faz parte do impulso mais amplo da SoFi em serviços de criptomoedas. Em novembro, o banco começou a oferecer serviços de negociação de cripto para consumidores, complementando suas ofertas existentes de banking e fintech.