De acordo com a CriptoNoticias, o Governo argentino apresentou um projecto-lei anti-jogo ao Congresso a 28 de Maio que, pela primeira vez, regula de forma explícita os prestadores de serviços de activos virtuais. A legislação proíbe os bancos, empresas de fintech, bolsas de cripto e prestadores de carteiras de oferecerem serviços ou facilitarem transacções com plataformas de jogo não licenciadas a operar no interior da Argentina.
Os infractores enfrentam penas de prisão de 2 a 4 anos ao abrigo de disposições alteradas da lei penal. Os prestadores de cripto-actividade devem implementar políticas de know-your-customer (KYC) mais rigorosas, monitorização de transacções e medidas de diligência devida. O Banco Central da Argentina, o regulador de valores mobiliários, a agência de comunicações e a NIC Argentina vão coordenar para bloquear o acesso técnico e dificultar a circulação de fundos para plataformas ilegais.