De acordo com a Odaily, o cofundador da Base, Jesse Pollak, reconheceu recentemente que a aposta anterior da plataforma no social nativo on-chain foi um erro estratégico. Ele salientou que projetos como Farcaster, Zora e Miniapps não conseguiram impulsionar a adoção de criptomoeda, fazendo com que a Base ficasse para trás face aos concorrentes em futuros perpétuos, mercados de previsão, tokenização e pagamentos.
Olhar para a frente: a Base vai reposicionar-se como “a blockchain para as finanças globais”, com prioridades de 2026 centradas na negociação (ações tokenizadas, moedas meme, app tokens), pagamentos (stablecoins globais para indivíduos e empresas) e AI Agents que aproveitam a cripto como moeda nativa.