De acordo com a IBTIMES, as autoridades brasileiras lançaram recentemente a «Operação Véu de Maya», realizando buscas e detenções simultâneas em São Paulo, Ribeirão Preto, Porto Alegre e Canoas, com nove mandados de busca e apreensão contra uma rede de branqueamento de capitais ligada a 87 empresas de fachada.
A criptomoeda foi o principal veículo para transferências de fundos transfronteiriças no esquema, com intervenientes ilícitos a usarem empresas de fachada para receber rendimentos ilegais, convertê-los em ativos cripto e movimentar fundos para o estrangeiro. Os suspeitos podem enfrentar acusações como branqueamento de capitais, evasão fiscal e envolvimento em crime organizado, embora as autoridades não tenham divulgado os fundos ou os ativos envolvidos.