De acordo com dados do Portal de Estatísticas Nacionais da Coreia do Sul (KOSIS), o crescimento do emprego no segundo trimestre abrandou para apenas 32.000 pessoas ano após ano, assinalando o menor aumento em 5,5 anos. A taxa de desemprego caiu 0,3 pontos percentuais para 6,3%, a primeira descida trimestral desde o início da COVID-19, em 2020.
O emprego jovem (15–29 anos) diminuiu 215.000 pessoas, prolongando as perdas pelo 15.º trimestre consecutivo. A indústria transformadora eliminou 97.000 empregos, a maior queda em 22 trimestres, enquanto a construção e o retalho perderam, cada um, cerca de 40.000 postos. O Banco da Coreia atribuiu a deterioração em parte a custos em alta associados a tensões no Médio Oriente, com as empresas de menor dimensão a absorverem uma pressão desproporcionada.