Segundo a BlockBeats, a 18 de julho, o diretor comercial da Trezor, Danny Sanders, respondeu às críticas do investigador on-chain ZachXBT, que afirmou que “todas as carteiras de hardware são lixo”, defendendo que a avaliação é demasiado unilateral. Sanders reconheceu que as atualizações de firmware podem afetar transações de elevado valor e que existem trade-offs entre segurança e usabilidade, mas salientou que o cenário descrito por ZachXBT se aplica sobretudo a utilizadores avançados que gerem grandes carteiras de ativos — não sendo, por isso, motivo para rejeitar toda a categoria de carteiras de hardware.
Sanders afirmou ainda que os ecrãs independentes das carteiras de hardware permitem aos utilizadores verificar as transações antes de as assinarem, e comparou-as com carteiras móveis, que dependem de Wi-Fi, Bluetooth, redes móveis e iMessage, argumentando que as carteiras de hardware apresentam uma superfície de ataque menor. Concluiu que, para a maioria dos utilizadores de criptomoedas, as carteiras de hardware continuam a ser a solução de auto-custódia mais robusta atualmente disponível.