De acordo com a mídia estatal, o Chade anunciou em 27 de julho sua retirada do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, após seguir os procedimentos previstos no Artigo 127 do estatuto. O Ministério das Relações Exteriores do Chade afirmou que o histórico operacional do TPI desde 2002 tem sido “limitado em eficácia e inconsistente nos padrões”, citando o que descreveu como “seletividade inegável” nas ações do tribunal.
A decisão do Chade reflete a crescente insatisfação de alguns países africanos com a forma como o tribunal tem tratado a justiça e a responsabilização no continente.