De acordo com a SEC, a agência protocolou uma ação judicial contra a Mining Automatic e o fundador Zan Shaikh, alegando que a operação sediada em Massachusetts arrecadou US$ 22 milhões de 380 investidores entre 2023 e 2025 sob falsas alegações. O regulador afirma que apenas cerca de 13% dos recursos foram destinados a operações reais de mineração de cripto, que renderam aproximadamente US$ 1,1 milhão enquanto pagavam US$ 1,8 milhão aos investidores — exibindo características semelhantes às de um esquema Ponzi.
A SEC alega que aproximadamente US$ 7 milhões foram gastos com marketing e publicidade para atrair novos investidores, com recursos adicionais desviados para despesas pessoais de Shaikh, incluindo cobranças de imóveis (US$ 375.575), uma concessionária de carros (US$ 151.750) e entretenimento (US$ 76.547). Os pagamentos foram interrompidos até março de 2025, deixando mais de US$ 20 milhões de valor principal não pagos em relação a todos os investidores. A SEC busca restituição (disgorgement), multas e proibições para que Shaikh não atue em atividades relacionadas a valores mobiliários.