Crescimento dos lucros das empresas não mega-cap do S&P 500 estagna, representando risco de avaliação para as gigantes tecnológicas

Segundo o economista-chefe da Apollo Global Management, Torsten Slok, as empresas fora do grupo Magnificent Seven não estão a demonstrar ganhos de rentabilidade provenientes dos gastos em inteligência artificial, apresentando riscos de valorização para as grandes ações tecnológicas. "Precisamos de ver as margens de lucro a aumentar nos restantes 493 constituintes do S&P 500", disse Slok, acrescentando que o desempenho destas ações não mega-cap se tornou "muito, muito crítico". Sem resultados positivos de lucros e expansão de margens provenientes da adoção de IA nestas empresas, as preocupações dos investidores quanto à valorização das principais ações tecnológicas poderão aprofundar-se, noticiou a Bloomberg Television.
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