De acordo com a Financial Industry Regulatory Authority (FINRA), a dívida de margem dos EUA atingiu um recorde de 1,5 biliões de dólares em junho, com as posições líquidas de caixa dos investidores a descerem para valores negativos de 1 bilião de dólares pela primeira vez. O aumento da alavancagem coincide com as yields dos Treasury a 30 anos a manterem-se acima de 5% durante o período mais longo desde 2007, um nível que eleva os custos de endividamento para consumidores e empresas, ao mesmo tempo que reduz a apetência pelo risco.
Entretanto, o impulso das ações de inteligência artificial está a arrefecer perante dúvidas sobre a rentabilidade e a queima de caixa, enquanto o iene enfraqueceu para uma mínima de 40 anos perto de 164 por dólar, intensificando os riscos decorrentes do desmantelamento de carry trades que poderiam levar a vendas forçadas de ações e Treasuries dos EUA caso o Japão intervenha nos mercados cambiais.